Um mergulho
nessa escrita: ‘Atemporal – Again’, vai traçar um encontro entre o sagrado, e a
metamorfose da lua cheia, nua e prata. Ela é parceira da felicidade completa,
transformando o efêmero em eternidade. Sentimentos, imortais de corpo e alma, servem
o néctar que alimenta corpos amigos e corações íntegros. Aqui, o farol da noite
entra pelos olhos e se espalha sem pressa.
_ O
“Neruda da Amazônia” ama os lagos meteóricos – as riquezas do subsolo.
Beijos e
abraços selam um pacto cósmico, um elo que o tempo não pode romper. Na ilha, a
música desperta, elevando-se ao céu em notas que tocam o invisível. Energia que
ultrapassa os olhos desprotegidos e se aproxima da beleza sem fim, onde tudo pode
ser redesenhado de forma delicada e inatingível.
Vinícius Almeida Moraes
Vilhena,
Rondônia, 2024

